Troca Troca de Religião...

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Adonai povo da Deusa!!
Bem estava na internet observando blogs conhecidos, quando um post (repostagem na verdade) do blog Wicca Ipatinga me chamou a atenção, e como achei uma coisa importante de fato resolvi postar aqui para que vocês possam ler!

O assunto é o troca-troca de religião que as pessoas insistem em fazer.

Quando a gente faz uma opção por determinada religião é pra seguí-la. Isso significa que estamos nos identificando com a nova religião e que a antiga, que seguíamos antes, já não condiz com as nossas crenças.

O que acontece muito é que a pessoa se diz wiccana e ao mesmo tempo é católica ou espírita e etc. Ora, não tem como seguir duas religiões ao mesmo tempo, ou você é ou não é. Então, se você ainda não tem certeza que quer ser wiccano, então não se inicie. Fique nos estudos, participe como convidado, se quiser, mas se não está preparado para seguir a religião, não tem porque se iniciar.

Vou dar um exemplo claro disso: Tenho certeza que cada um de nós conhece alguém que mudou de religião. Um exemplo muito comum disso são pessoas que eram católicas e que se tornaram evangélicas. Pois então, vocês já viram essas pessoas irem ao culto num dia e à missa no outro? Eu nunca vi. Isso significa que elas optaram por seguir a outra religião e deixaram pra trás tudo aquilo que seguiam pra seguir uma nova doutrina, um novo estilo de vida, uma nova forma de encarar a vida religiosa.

Na Wicca não é diferente.

A Wicca é uma religião séria e que tem que ser vista com seriedade. Mas isso, infelizmente está faltando. As pessoas continuam insistindo em coisas que aprenderam nos filmes.

Tem gente que pensa que a minha casa é como um terreiro de Pai de Santo. (nada contra os Pais de Santo, cada um com a sua religião, respeitosamente.). O que eu quero dizer é que tem gente que insiste em querer vir aqui pra eu fazer um “trabalho” pra determinada coisa.

Gente, eu não faço isso!
Eu sou wiccana, sigo a religião da Deusa Mãe, celebro os Sabbaths, Esbbaths, etc...

Se você não sabe o que é Wicca, tem tópicos explicativos aqui mesmo neste blog. Por favor, leia e se informe antes de sair por aí tirando conclusões sem sentido.

Não fiquem fazendo perguntas absurdas, procure aprender.

Na igreja católica e na evangélica as pessoas fazem estudos bíblicos pra conhecer a Bíblia mais aprofundadamente, certo? No Islamismo as pessoas lêem o Alcorão e rezam cinco vezes ao dia em horários determinados, obrigatoriamente.

Então, na Wicca também nós estudamos muito sobre todos os ciclos, os significados dos símbolos e tudo mais que envolve nossa religião.

Parem de achar que Wicca e espiritismo são a mesma coisa, porque NÃO SÃO.

Espiritismo é outra religião, Catolicismo é outra religião, Budismo, Indianismo, Islamismo, etc. Todas as religiões têm a sua particularidade. Elas não se misturam. Então por que misturar a Wicca com outras religiões? Isso definitivamente não é possível.

Espero que tenham o interesse de ler e aprender. A Wicca é uma religião muito bonita. É uma pena que seja vista com essa “distorção”.

Um dia desses alguém me perguntou qual tradição eu seguia e eu disse: Tradição Diânica. E ele me respondeu: mas indianismo não tem nada a ver com Wicca.

Eu não disse indianismo. Eu disse TRADIÇÃO DIÂNICA. Nome dado em homenagem à Deusa Diana. E realmente, indianismo não tem nada a ver com isso. Ele nem prestou atenção ao que eu disse. E o que é pior, não conhece a Tradição Diânica, sendo que a primeira coisa que a gente faz é estudar sobre Wicca. Então, se ele estudou, como não conhece as tradições?

Isso significa que não estudou. Então não venha me fazer perguntas idiotas.

Eu conheço um pouco de cada religião, já fiz estudos delas e sei falar um pouco de cada uma. Acho que todos deveriam fazer isso, não só com a Wicca, mas com todas as religiões. Pare um pouco e estude. Pra entender o que cada religião segue, quais são os mandamentos, doutrinas e etc. Aprenda e se eleve culturalmente, não custa nada e você ainda sai ganhando em conhecimento.

Eu respeito todas as religiões, que tal respeitar a minha?



Texto de Viviane Lopes, Blog: Wicca Ipatinga.


Circulo Mágico...



ABRINDO O CÍRCULO


1. Pegue a VARINHA Mágica ou o ATHAME e vá até o Norte.

2. Visualize um raio, tipo um laser, saindo da ponta do seu objeto escolhido. 

3. Dê uma volta, devagar, no sentido horário, até chegar novamente ao Norte. 

4. Então diga: 
- "Pelo poder da Deusa e do Deus, eu traço este Círculo Sagrado. 
Deste espaço nenhum mal sairá, e nele nenhum mal poderá entrar"! 

Depois de traçar o Círculo, você deve invocar os Guardiões dos quatro Quadrantes, acendendo uma VELA ...

Amarela
Quadrante: Leste;
Representa: Nascer do Sol;
Elemento: AR;


Vermelha
Quadrante: Sul;
Representa: O Sol do meio-dia;
Elemento: FOGO;


Azul
Quadrante: Oeste;
Representa: O Crepúsculo;
Elemento: ÁGUA;


Marron
Quadrante: Norte;
Representa: A meia-noite;
Elemento: TERRA;

Agora se deve invocar a Deusa e o Deus, vá até o centro do Círculo e faça as invocações. Elas podem ser as seguintes: 

- "Deusa graciosa, você é a Rainha dos Deuses; A Lâmpada da noite; A criadora de tudo que é selvagem e livre; Mãe das mulheres e dos homens; Amante do Deus e protetora de toda a Wicca; Descenda, eu suplico; Com seu raio de força lunar; Aqui, sobre o meu Círculo".

- "Deus brilhante, você é o Rei dos Deuses; Senhor do Sol; Mestre de tudo que é selvagem e livre; Pai das mulheres e dos homens; Amante da Deusa e protetor de toda a Wicca; Descenda, eu suplico; Com seu raio de força solar". 


Começa então o RITUAL de abertura do Círculo, e cada participante agradece a Deusa por estarem presente e falam:

LESTE: Salve os Guardiões das Torres do Leste. Venham juntar-se a nós neste Círculo, Poderes do AR , vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós o saudamos! Todos ficam em forma de um Pentagrama. 

SUL: Salve os Guardiões das Torres do Sul. Venham juntar-se a nós neste Círculo, Poderes do FOGO , vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós o saudamos! Todos ficam em forma de um Pentagrama. 

NORTE: Salve os Guardiões das Torres do Norte. Venham juntar-se a nós neste Círculo, Poderes do TERRA , vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós o saudamos! Todos ficam em forma de um Pentagrama. 

OESTE: Salve os Guardiões das Torres do Oeste. Venham juntar-se a nós neste Círculo, Poderes do Água, vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós o saudamos! Todos ficam em forma de um Pentagrama. A Alta Sacerdotisa, ou Sacerdote, desenha o Pentagrama de Invocação e o RITUAL começa. 




FECHANDO O CÍRCULO



A Alta Sacerdotisa e o Sacerdote agradecem à Deusa e ao Deus por terem estado presentes, e aos Elementos. Casa pessoa volta ao seu lugar e diz: 

LESTE: Salve os Guardiões das Torres do Leste. Poderes do AR , nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Leste, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.

SUL: Salve os Guardiões das Torres do Sul. Poderes do FOGO , nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Sul, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.

NORTE: Salve os Guardiões das Torres do Norte. Poderes da TERRA , nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Norte, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama. 

OESTE: Salve os Guardiões das Torres do Oeste. Poderes do Água, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Oeste, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.

A Alta Sacerdotisa, desenha o Pentagrama de expulsão e mais uma vez agradece, e só então se fecha o Círculo com o ATHAME de novo, dizendo três vezes:

"O CÍRCULO SE DESFAZ, MAS ELE NUNCA SE ROMPE" 

Ainda em forma de Pentagrama, faça uma meditação e visualize, o Círculo em tons de azul, subindo em direção aos DEUSES . 


Seres Misticos - Fadas...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013




Muito se diz sobre as fadas, vemos uma realidade bem diferente em filmes, Mas como vamos ver e como devemos saber. Fadas são um tipo de povo e não um único ser.

O termo fada geralmente se aplica a quatro tipos de entidades:
 Seres com poderes sobrenaturais e que habitam o éter.
Certos monstros e demônios que tenham algumas das características de fadas.
Fadas naturais, da natureza ou elementais: Fadas que se acreditava serem alguns dos espíritos que povoam todos os lugares e objetos na Terra, todos os elementos. As fadas da natureza podem ser sereias, ondinas, espiritos das árvores e etc.
Pessoas do país das fadas, povo das fadas (A que vou me ater nesse post) ou as fadas verdadeiras, ou ainda raça Elfin. Pessoas do país das fadas ou povo das fadas, de acordo com a crença celta, são uma raça de seres, os homólogos da humanidade em pessoa, possuem ocupações e prazeres, mas são insubstanciais  normalmente invisíveis, silenciosos em seus movimentos, e tendo como suas habitações subterrâneas os montes verdes de rocha ou terra. Eles são geralmente diminutos (menores que os humanos), geralmente muito pequenos como um pigmeu. Podem tornar-se invisíveis e visível à vontade, muitas vezes colocando e tirando um acessório ou capa mágica.

   Sua cor preferida é verde, não só para o vestido, mas às vezes para pele e cabelo, bem como, outras vezes podem preferir o mais pálido dos brancos ou o mais sangrento dos vermelhos.

  Fadas são geralmente consideradas inofensivas. Elas se deleitam em pregar peças; ordenhar vacas no campo, sujando roupas no varal, apropriando-se de alimentos, coalhar o leite e etc. Algumas fadas são ainda vistas como benevolentes, tendo dinheiro ou comida para dar aos pobres, oferecendo brinquedos para crianças, ou a neutralização dos feitiços ou pragas contra pessoas inocentes.

   Elas são viciadas em visitar os redutos dos homens, às vezes, para dar assistência, mas com mais freqüência para tirar o benefício de seus produtos e trabalhos, e às vezes até das próprias pessoas. Elas podem estar presentes em qualquer lugar sem que os mortais possam vê-las. Sua interferência não é sempre sinonimo de fazer o bem, no final, pode se até revelar destrutiva. Se ofendida, uma fada vai retaliar com vingança resoluta; punições comuns contra ofensas humanas são queimar casas e saquear lavouras.

Fadas por poderem viver debaixo d'água, na floresta ou no topo de montanhas têm sustentado relacionamentos longos com os animais selvagens de seu reinos. Elas falam a linguagem dos animais que obedecem seus comandos simplesmente para ajudá-los em várias tarefas. Há muitos relatos de lutins (goblins franceses) montando uma raposa e recolhendo frutos em toda a floresta. No ar, os elfos podem pedir a qualquer pássaro para transportá-los através de longas distâncias. Algumas lendas dizem também dos poderes sobrenaturais sobre o crescimento das plantas, podendo tanto abençoar seu crescimento como maldizer sua morte.

Seres Misticos - Dragões...

domingo, 27 de janeiro de 2013


Bem esse  post sobre os Dragões, eu decidi dividi-lo em trés partes facilitando a compreensão do leitor. Tenham uma boa leitura.


  • O que é A Magia Draconiana ou Dragon Magic??

A Magia Draconiana, a magia com a elaboração dos dragões, é um ramo de magia não ligado à Wicca que, como o próprio 

nome diz, lança mão do contato e da energia mágica  dos dragões. Os praticantes da Magia Draconiana usam a magia de modo totalmente diferente de nós dos wiccanos.

Antes de mais nada, é preciso sublinhar que existem pouquíssimas fontes disponíveis sobre o tema e, até o momento, nenhuma em português (...)

E vale a pena lembrar aos curiosos que a Magia Draconiana não faz parte de um conto de fadas, não é exatamente como é exibida em filmes nos cinemas. Sonhadores ACORDEM!!!


  • O Que é um Dragão??

Dragões são seres que habitam um dos muitos planos astrais com os quais temos contato e que tocam nosso mundo de alguma maneira. Se os dragões alguma vez tiveram existência física neste plano é algo que não se pode afirmar, mas a universidade das lendas e mitos sobre esses seres nos leva a deduzir que eles fazem visitas freqüentes ao nosso plano desde a aurora da humanidade.

Existe uma lenda segundo qual, quando os dragões encontraram o ser humano pela primeira vez, ainda nos primórdios da espécie humana, em sua sabedoria, eles decidiram cuidar da criança que nascia, essa nova espécie, a fim de ajudá-la a se desenvolver. Mas os seres humanos se mostraram tão cruéis uns com os outros que os dragões começaram a achar que não valia a pena cuidar da humanidade e por isso foram se retirando mais e mais para seu próprio plano, até não serem mais avistados neste mundo.

No entanto, a mudança de comportamento de alguns humanos, que possibilitaram a volta da Deusa e o fortalecimentos dos 

movimentos ecológicos, fez com que alguns dragões se disputassem a se aproximar da humanidade novamente, desde que a iniciativa partisse de nós.

Como habitam um plano que consideramos astral, os dragões podem assumir qualquer forma e tamanho que desejam, mas costumam assumir a forma humana para se comunicar melhor com o homem.

Desde a aurora dos tempos, os dragões são atraídos pela magia, pois é por meio dela que essas criaturas criam vida nesta dimensão. É por isso que os praticantes de Magia podem entrar em contato com os dragões.

Os dragões são seres sábios e poderosos, que possuem um código de ética extremamente rígido e elevam muito a sério os compromissos que assumem ou que são assumidos com eles. Costumam reagir com extrema violência quando sentem que foram usados ou traídos de alguma maneira. A prática da Dragon Magick, portanto, exige disciplina, comportamento ético em todas as áreas da vida, respeito pelo livre-arbítrio de outros seres e respeito e reverência pela vida e pelos 
compromissos assumidos.


  • O Que é Preciso pra Praticar A Magia Draconiana??

Antes de qualquer outra coisa, é preciso saber por que você quer praticar esse tipo de magia. Se sua motivação básica é o respeito e o amor pelos dragões e pela magia, vá em frente. Mas, se seu objetivo é ganhar poder para impressionar os outros, desista enquanto é tempo.

Se sua motivações forem dignas e seu desejo sincero, comece a aprofundar seu conhecimento e sua conexão com os elementos. Compre estatuetas e jóias de dragões, uma vez que eles são atraídos por pessoas que gostem deles e exibem com orgulho esse amor.

O ideal é que você tenha um altar exclusivo para a prática da Dragon Magick, com instrumentos consagrados apenas para esse fim. Você vai precisar dos instrumentos básicos, athame, bastão, cálice e pentagrama, e mais: um espelho, um caldeirão e, se possível, uma espada.

O primeiro passo é estabelecer contato com os dragões. Pode-se ter sucesso na primeira vez que tentar ou pode levar vários meses. Esse primeiro contato é feito por meio de um ritual. Primeiro, faça uma meditação com Tiamat, a Grande Mãe Dragão primordial. Converse com ela, dizendo que você deseja se aproximar dos dragões e pedindo as bênçãos da Deusa. Uma vez que tenha obtido a bênção da Deusa, componha você mesmo um ritual no qual seja se aproximar e pedindo a um deles que seja seu companheiro mágico e guardião.
Ofereça incenso diariamente aos dragões, pois eles estão associados ao elemento fogo, e cante e dance com eles.

Quando um dragão se apresentar, criem um laço de amizade, amor e respeito mútuo com ele (ou ela). Passe algum tempo apenas estreitando esse laços. Convide-o a participar dos seus rituais, para que ele comece a fazer parte da sua vida mágica.

Quando sentir que sua conexão com ele está firme e plena, é hora de dar o passo seguinte. Peça a ele que o ajude a encontrar os instrumentos mágicos que você usará na prática da Dragon Magick.
Quando tiver os quatro principais, componha um ritual para sagrá-los. Trace o círculo, evoque a presença de seu Dragão 

Guardião e apresente-se às direções e aos dragões dos elementos, pedindo que eles o auxiliem em sua nova jornada mágica.
Consagre, então seus instrumentos dentro desse círculo.

A partir daí, comece a estreitar seu contato com os dragões associados a cada elemento. Medite com eles, dance e cante para eles. Procure acender velas em seu altar todas as noites, como uma homenagem aos dragões. Comece a evocá-los sempre que fizer magia, pedindo que eles acrescentem sua energia a seus feitiços e rituais. Você verá que eles começarão a lhe ensinar coisas , a propor trabalhos e novas idéias mágicas e a ajudá-lo a encontrar livros e outras fontes que auxiliem no seu desenvolvimento mágico. Eles estarão sempre presentes na sua vida, desde que você tenha atitudes coerentes e permaneça fiel ao seu próprio código de ética.


Os dragões são protetores fantásticos! Se você conseguir fazer amizade com um deles, terá um protetor leal para toda a vida. Mas eles também são seres dotados de pouquíssima paciência quando se trata de pessoas indisciplinadas, preguiçosas, hipócritas e falsas , e tendem a demonstrar seu desagrado de maneiras bastante evidentes.

Há quem acredite que a amizade com um dragão é para sempre. Não apenas para esta vida, mas para todas as futuras, por toda a eternidade e além. Por isso, pense muito bem antes de se decidir a trabalhar com eles. 

Os dragões já se decepcionaram uma vez com os seres humanos. Não vamos deixar que isso aconteça outra vez.

Elemento IV - Agua...

sábado, 26 de janeiro de 2013

ELEMENTO: ÁGUA
Direção Cardeal: Oeste
Regência: Emoções, sentimentos, amor, coragem, ousadia, tristeza, oceano, as marés, lagos e lagoas, córregos e rios, nascentes e poços, mente inconsciente, o útero, fertilidade
Hora: Crepúsculo
Estação: Outono
Cores: Azul, verde-azulado, verde, cinza, índigo, preto
Signos: Câncer, Escorpião, Peixes
Espírito: Ondinas, governadas por seu rei Niksa
Nome do Vento: Zéfiros
Sentido: Paladar
Jóia: Água-marinha
Incenso: Mirra
Plantas: Samambaias, lótus, juncos, algas marinhas, todas plantas aquáticas
Árvore: Salgueiro
Animais: Golfinhos, botos, peixes, focas e todas as criatura da água e aves do mar
Deusas: Afrodite, Ísis, Tiamat
Deuses: Dylan, Osíris, Netuno, Poseidon

ÁGUA...

Assim como os gnomos estão limitados em sua função aos elementos da terra, as Ondinas, os elementais da água, funcionam na essência invisível e espiritual, chamada éter úmido. A beleza parece ser uma característica comum dos espíritos da água. Onde quer que as encontremos representadas na arte e na escultura, são sempre cheias de graça e simetria. Controlando o elemento água - que sempre foi um símbolo feminino - é natural que os espíritos da água sejam com mais freqüência simbolizados como mulheres. Existem muitos grupos de Ondinas. Algumas habitam cataratas, onde podem ser vistas entre os vapores; outras têm o seu habitat nos pântanos, charcos e brejos. Entretanto outras, ainda, vivem em claros lagos de montanha. Em geral quase todas as ondinas se parecem com seres humanos na forma e tamanho, embora aquelas que habitam os rios e fontes tenham proporções menores. Normalmente elas vivem em cavernas de corais ou nos juncais à margem dos rios oudas praias. As Ondinas servem e amam sua rainha, Necksa. Elas são, antes de tudo, seres emocionais, amigáveis para com a vida humana e que gostam de servir à humanidade. às vezes são representadas cavalgando golfinhos marinhos e outros peixes grandes, e parecem ter um amor especial pelas flores e plantas, às quais servem de maneira tão devotada e inteligente quanto os gnomos. Os antigos 
poetas diziam que as canções das ondinas eram ouvidas no vento oeste e que sua vidas eram consagradas ao embelezamento da Terra material. 


Elemento III - Fogo...

ELEMENTO: FOGO 
Direção Cardeal: Sul
Regência: Energia, espírito, calor, chama, sangue, seiva, vida, vontade, cura e destruição, purificação, fogueiras, lareiras, chamas de velas, sol, desertos, vulcões, erupções, explosões.
Hora: Meio dia
Estação: Verão
Cores: Vermelho, dourado, carmesin, laranja
Signos: Áries, Leão, Sagitário
Ferramentas: Turíbulo, bastão
Espírito: Salamandras dirigidas por seu Rei Djinn
Nome do Vento: Notos
Sentido: Visão
Jóia: Opala
Incenso: Olíbano
Plantas: Hibisco, urtiga, cebola, papoulas vermelhas
Árvore: Amendoeira em flor
Animais: Leões, cobras, cavalos
Deusas: Brígida, Hestia, Pele, Vesta
Deuses: Agni, Héfaistos, Hórus, Prometeus, Vulcano


FOGO...

O terceiro grupo de elementais são as Salamandras, ou espíritos do fogo, que vivem no éter atenuado e espiritual que é o invisível elemento do fogo. Sem elas, o fogo material não pode existir; um fósforo não pode ser aceso e nem a pólvora produzirá suas chispas. O homem é incapaz de se comunicar adequadamente com as Salamandras, pois elas reduzem a cinzas tudo aquilo que se aproxima. Muitos místicos antigos preparavam incensos especiais de ervas e perfumes, para que quando queimados, pudessem provocar um vapor especial e assim formar em seus rolos a figura de uma Salamandra, podendo assim sentir a sua presença. MuitasSalamandras são vistas na forma de bolas ou línguas de fogo correndo através dos campos ou irrompendo nas casas. Para muitos aqui no Brasil, costuma-se chamar estas aparições de "fogo-santelmo". Mas, a maioria dos místicos afirma que as Salamandras são seres gigantes, imponentes e flamejantes em roupas fluídas, com uma armadura de fogo. Elas são os mais poderosos dos elementais e têm como seu regente um magnifíco espírito flamejante chamado Djim, terrível e aterrorizante na sua aparência. Os antigos sábios sempre foram advertidos para manter-se a distância delas, pois os benefícios derivados do seu estudo freqüentemente não eram proporcionais ao preço que se pagava por eles. Elas possuem especial influência 
sobre as criaturas de temperamento ígneo e tempestuoso. Tanto nos animais como no homem, as Salamandras trabalham através da natureza emocional por meio do calor corpóreo, do fígado e da corrente sanguínea. Sem sua assistência, não haveria calor. 



Elemento II - Terra...


 ELEMENTO: TERRA
Direção Cardeal: Norte
Regência: O corpo, crescimento, natureza, sustento, ganho material, dinheiro, criatividade, nascimento, morte, silêncio, grutas, campos e bosques, rochas, montanhas, cristais, jóias, metais, ossos e construções
Hora: Meio noite
Estação: Inverno
Cores: Preto, marrom, verde e brando
Signos: Touro, Virgem, Capricórnio
Ferramentas: Pentagrama
Espírito: Gnomos governados por seu Rei Chobb
Nome do Vento: Bóreas, Ophion
Sentido: Tato
Jóia Cristal de rocha, sal
Incenso Benjoim
Plantas Hera, cevada, aveia, milho, arroz, trigo
Árvore Carvalho
Animais Vacas, bois, cobras
Deusas Ceres, Deméter, Gaioa, Mah, Perséfone, Rea, Rhiannon
Deuses Adonis, Athos, Arawn, Cernunnos, Dionisio, Marduk, Pã, Tamuz


TERRA...

Os elementais que vivem no corpo atenuado da Terra, que se denomina éter terrestre, agrupam-se sob a denominação geral de Gnomos. Assim como existem muitos tipos de seres humanos evoluindo através dos elementos físicos objetivos da natureza, também há muitos tipos de gnomos desenvolvendo-se através do corpo etérico da natureza. Os Gnomos são chamados espíritos das árvores, os "homenzinhos velhos da floresta". Eles constroem casas com substâncias que se parecem com o alabastro, o mármore e o cimento, mas a verdadeira natureza desses materiais é desconhecida no plano físico. Afirma-se que cada arbusto, cada
planta, cada flor tem o seu espírito da natureza, que freqüentemente usa o corpo físico da planta como sua habitação. Quando uma planta é cortada e morre, seu elemental morre junto com ela, mas enquanto existir o menor traço de vida nesta planta, ela mostrará a presença do elemental guardião. Os Gnomos sempre se colocaram à disposição dos homens, desde que este nunca use seus poderes de maneira egoísta, para adquirir o poder temporal. Uma atitude desta faz com que estes elementais se voltem com toda sua fúria contra aquele que o decepciona. Os Gnomos são governados por um rei, pelo qual têm um grande amor e
reverência. Seu nome é Gob; daí seus súditos serem frequentemente chamados gobelinos. Os Gnomos casam-se e têm famílias, e as mulheres gnomos são denominadas gnomidas. Alguns usam roupas tecidas do elemento em que vivem. Em outros casos a sua vestimenta é parte deles mesmos e cresce com eles como o pêlo dos animais. Afirma-se que eles sejam muito gulosos e que gastam uma grande parte do tempo comendo; mas ganham o seu alimento através de um trabalho diligente e consciencioso. Muitos são de temperamento avaro e gostam de acumular coisas escondidas longe, em plantas secretas. Existem provas abundantes de que as crianças pequenas frequentemente vêem gnomos, na medida em que seu contato com o lado material ainda não está completo e que elas funcionam, mais ou menos conscientemente, nos mundos invisíveis.

Elemento I - Ar...



ELEMENTO: AR
Direção Cardeal: Leste
Regência: A mente, todos trabalhos psíquicos, intuitivos e mentais, conhecimento, aprendizagem abstrata, teoria, montanhas expostas ao vento, planícies, praias ventosas, picos de montanhas altas, torres altas, vento e respiração
Hora: Amanhecer
Estação: Primavera
Cores: Branco, amarelo vivo, carmim, branco-azulado, pastéis
Signos: Gêmeos, Libra, Aquário
Ferramentas: Athame, espada, turíbulo
Espírito: Silfos, governados pelo Rei Paralda
Nome do Vento: Euros
Sentido: Olfato
Jóia: Topázio
Incenso: Olíbano
Plantas: Olíbano, mirra, prímula, violeta, milefólio
Árvore: Álamo Tremedor
Animais: Pássaros, especialmente a águia e o falcão
Deusas: Aradia, Arianhod, Cardéia, Nuit, Urani
Deuses: Enlil, Khephera, Mercúrio, Shu, Toth

AR...

No último discurso de Sócrates, tal como foi preservado no Fédon de Platão, o filósofo condenado à morte diz: "... acima da Terra, existem seres vivendo em torno do ar tal como nós vivemos em torno do mar, alguns em ilhas que o ar forma junto ao continente; e numa palavra, o ar é usado por eles tal como a água e o mar o são por nós, e o éter é para eles o que o ar é para nós. Mais ainda, o temperamento das suas estações é tal, que eles não tem doenças e vivem muito mais tempo do que nós, e têm visão e audição e todos os outros
sentidos muito mais agudos que os nossos, no mesmo sentido que o ar é mais puro que a água e o éter do que o ar. Eles também têm seus templos e lugares sagrados em que os deuses realmente vivem, e eles escutam suas vozes e recebem suas respostas; são conscientes da sua presença e mantêm conversação com eles, e vêem o Sol, a Lua e as estrelas tal como realmente são. E todas suas bem-aventuranças são desse gênero". Eles são os mais altos de todos os elementais, já que seu elemento nativo é o de mais alta taxa
vibratória. Vivem centenas de anos, freqüentemente atingem um milênio de idade e nunca parecem envelhecer. O líder dos silfos é chamado Paralda e afirma-se que vive na mais alta montanha da Terra. Alguns acreditam que os Silfos se reúnem em torno da mente de um sonhador, dos artistas, dos poetas, e os inspiram com seu conhecimento íntimo das maravilhas e obras da natureza. Seu temperamento é alegre, mutável e excêntrico. A eles atribuem a tarefa de modelar os flocos de neves e arrebanhar as nuvens, tarefa esta que desempenham com a ajuda das Ondinas, que lhes fornecem a umidade.

Wicca - Os Elementos...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013



É fundamental todo praticante de magia natural conhcer bem a fundo os elementos, pois estamos em contato e precisamos deles a todo momento em nossa religião.
 Terra, Ar, Fogo, Água. Essas quatro essências são os alicerces do universo. Tudo que existe (ou que tem potencial para existir) contém uma ou mais dessas energias. Os elementos vibram em nosso interior e estão também "espalhados" pelo mundo. Podem ser utilizados para gerar mudanças por meio da Magia. Os quatro elementos foram formados a partir da essência ou poder fundamental - Alhasha (espirito, poder espiritual que permeia o universo).

ELEMENTO: ETER (ESPÍRITO) 
Direção: Centro e circunferência
Regência: Transcedência, transformação, mudança, todos os lugares e nenhum lugar, dentro e fora, o vazio
Hora: Além do tempo, o tempo é somente um
Estação: A roda que gira
Cores: Transparente, branco, preto
Ferramentas: Caldeirão
Sentido: Audição
Incenso: Almécega
Plantas: Visgo
Árvore: Amendoeira em flor
Animais: Esfinge
Deusas: Ísis, o nome secreto da Deusa
Deuses: Akasha, Iaô, JHVH


E para mais informações leiam o livro: Magia natural de Scott Cunningham, 

Seres Misticos - Animais...


Na Wicca, cada animal tem um significado. Todos eles são especiais e devem ser tratados com o respeito que merecem, Amor e carinho. Listo aqui abaixo alguns animais e o que significam:


♦ Águia: Iluminação, a visão interior, invocada para poderes xamânicos, coragem, elevação do espírito a grandes alturas;
♦ Aranha: Criatividade, a teia da vida, manifestação da magia de tecer nossos sonhos.
♦ Abelha: Comunicação, trabalho árduo com harmonia, néctar da vida, organização.
♦ Alce: Resistência, auto-confiança, competição, abundância, responsabilidade.
♦ Antílope: Cautela, silêncio, consciência mística através da meditação, calma, ação.
♦ Baleia: Registros da Mãe Terra, sons que equilibram o corpo emocional, origens.
♦ Beija-Flor: Mensageiro da cura, amor romântico, claridade, graça, sorte, suavidade.
♦ Borboleta: Auto-transformação, clareza mental, novas etapas, liberdade.
♦ Búfalo: Sabedoria ancestral, esperança, espiritualidade, preces, paz, tolerância.
♦Cabra e Cabrito: Determinação para ir ao topo, nutrição, brincadeiras.
♦Camelo: Conservação, resistência, tolerância.
♦ Canguru: Proteção maternal, coragem para seguir em frente nas fraquezas.
♦Castor: Novos canais de pensamentos, construção, segurança, conforto, paciência.
♦ Cisne: Graça, fidelidade, ritmo do Universo, ver o futuro, poderes intuitivos, fé.
♦ Coiote: Malicia, artifício, criança interior, adaptabilidade, confiança, humor.
♦ Coelho: Fertilidade, medo, abundância, crescimento, agilidade, prosperidade.
♦ Condor: Idem a águia, é um dos filhos do Sol no Peru, representa o Mundo Superior.
♦ Coruja: Habilidades ocultas, ver na escuridão, a vigília, a sombra, sabedoria antiga.
♦ Corvo: Guardião da magia, mistério, predições, mensageiro, dualidade, assistência.
♦ Cavalo: Poder interior, liberdade de espírito, viagem xamânica, força ,clarividência;
♦ Cachorro: Lealdade, habilidade para amar incondicionalmente, estar a serviço;
♦ Cobra: Transmutação, cura, regeneração, sabedoria, psiquismo, sensualidade;
♦ Coiote: Malícia, artifício, criança interior, adaptabilidade, confiança, humor.;
♦ Coruja: Habilidades ocultas, ver na escuridão, a vigília, a sombra, sabedoria antiga;
♦ Doninha: Poderes ocultos, vivencia, poder de esconder, observações, segredos.
♦ Elefante: Longevidade, inteligência, memória ancestral, ancestrais enterrados.
♦ Esquilo: Divertimento, planos futuros, reunião, observar o óbvio.
♦ Esturjão: Determinação, sexualidade, consistência, profundidade, ensinamento.
♦ Falcão: Precisão, mensageiro, olhar a volta, abertura a distância, oportunidades.
♦ Formiga: Comunidade perfeita, paciência, trabalho duro, força, resistência, agressividade.
♦ Gaivota: Voar através da vida com calma e esforço para alcançar objetivos.
♦ Gambá: Campo de proteção, reputação, repelir quem não o respeita, respeito.
♦ Gato: Mistérios, poderes mágicos, sensualidade, independência, visões místicas, limpeza.
♦ Galo: Sexualidade, fertilidade, oferendas, cerimônias, altivez.
♦ Girafa: Calma, inspiração para se atingir grandes alturas, suavidade, doçura.
♦ Golfinho: Pureza, iluminação do ser, sabedoria, paz, amor, harmonia, comunicação.
♦ Gorila: Sabedoria, inteligência, adaptabilidade, guardião da terra, habilidade.
♦ Guaxinim: Bom humor, limpeza, sobrevivência, tenacidade, inteligência, folia.
♦ Hipopótamo: Desenvolvimento psíquico, intuição, ligação água-terra, aterramento.
♦ Jacaré: Instinto de sobrevivência, o inconsciente profundo, o caos que precede a criação.
♦ Jaguar: A busca em águas da consciência, mensageiro, interação mente e alma.
♦ Javali: Comunicação entre pares, expressividade, inteligência.
♦ Lagarto: Otimismo, adaptabilidade, regeneração, sonhos, renovação, transformação.
♦ Leão: Poder, força, majestade, prosperidade, nobreza, coragem, saúde, liderança, segurança, auto-confiança.
♦ Leopardo: Conhecimento do subconsciente, compreender aspectos sombrios, rapidez.
♦ Lince: Segredos, conhecimento oculto, tradição, ouvir para o crescimento.
♦ Libélula: Ilusão, ventos da mudança, comunicação com o mundo elemental.
♦ Lobo: Amor, relacionamentos saldáveis, fidelidade, generosidade, ensinamento.
♦ Macaco: Inteligência, bom humor, alegria, agilidade, perícia, irreverência, amizade.
♦ Minhoca: Regeneração, resistência, auto-cura, transformação.
♦ Morcego: Renascimento, iniciação, reencarnação, habilidades mágicas.
♦ Onça: Espreita, proteção de espaço, silencio, observação. Precisão.
♦ Pantera: Mistério, sensualidade, sexualidade, beleza, sedução, força, flexibilidade.
♦ Pato: Desenvolvimento de energia maternal, fidelidade, nutrição energética.
♦ Peru: Dar e receber, transcendência, dádivas, celebração.
♦ Porco-Espinho: Fé, confiança, inocência, inspiração para realizações, dentro da essência.
♦ Puma: Força, mistério, silêncio, sobrevivência, velocidade, graça, liderança, coragem.
♦ Pica-Pau: Regeneração, limpeza, comunicação, proteção, unido aos Espíritos do trovão.
♦ Pingüim: Viver em comunidade, fidelidade, lealdade nos romances.
♦ Pombo: No cristianismo simboliza o Espírito Santo, paz, comunicação, mensagem.
♦ Raposa: Habilidade, esperteza, camuflagem, observação, integração, astúcia.
♦ Rato: versatilidade, alerta, introspecção, percepção, satisfação, aceitação.
♦ Salmão: Força, perseverança, nadar contra a maré, determinação, coragem.
♦ Sapo: Evolução, limpeza, transformação, mistérios, humor, ligado a chuva.
♦ Tartaruga: Estabilidade, organização, longevidade, paciência, resistência, proteção, experiência, sabedoria, Mãe-Terra.
♦ Tatu: Limites, doas dá a armadura, limites emocionais, protege a saúde.
♦ Texugo: Agressividade, coragem, formar, alianças, persistência, agir em crise.
♦ Tigre: Aproximação lenta, preparação cuidadosa, aproveitar oportunidades.
♦ Touro: fertilidade, sexualidade, poder, liderança, proteção, potencia.
♦ Urso: Introspecção, intuição, cura, consciência, ensinamentos, curiosidade.
♦ Vaga-Lume: Iluminação, entendimento, força de vida, luz e escuridão, maravilhas.


Agora deixo aqui a fabula da Cobra e do Vaga-Lume, espero que voces gostem:


Conta a lenda que certa vez uma serpente começou a perseguir um vagalume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora, mas a serpente nem pensava em desistir.

Fugiu um dia, e nada da cobra desistir;Fugiu dois dias, e nada da cobra desistir;No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse à cobra: - Um momento. Posso lhe fazer três perguntas?E a cobra respondeu: - Não costumo abrir esse precedente para ninguém, disse a cobra, mas já que vou devorá-lo mesmo, esteja à vontade para perguntar.Então o vagalume perguntou: - Eu pertenço à sua cadeia alimentar?Não!  Respondeu a cobra.Eu lhe fiz algum mal?  Perguntou o vagalume.Não!  Respondeu novamente a cobra.Então, por que você quer acabar comigo?  Perguntou apreensivo o vagalume.Huummmmm não sei, respondeu a cobra. É tipo assim! O negócio é que não suporto ver você brilhando.  Seu brilho me incomoda. Disse finalmente a cobra antes de tentar acabar de vez com o vagalume.


E é isso que infelizmente estamos acompanhando no cenário que vivemos agora. Enquanto uns brilham por méritos próprios, outros se esforçam inutilmente na tentativa de destruir as ações positivas que fazem com que este brilho aconteça naturalmente.

Porque não nos juntamos para brilharmos juntos? Nossa luz chegará muito mais longe, muita mais distante, podem acreditar.


Bençãos da deusa.

Créditos da fabula a União Wicca do Brasil.

2013 - Sabbaths e Esbbaths...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013


E mais um ciclo começa, então queridos bruxos e bruxas vamos marcar em nossas agendas e calendários nossas datas sagradas do próximo ano. Engraçado é que com o tempo esse controle vai sendo dispensável pois você começa a sentir as variações energéticas dos períodos no seu próprio corpo e datas passam a ser supérfluas

Sabbaths 2013
Lembrem-se que a data dos solstícios e dos equinócios pode mudar de um ano para outro, por isso é bom relembrar as datas para 2013.

Lammas – 02 de fevereiro
Mabon  (Equinócio de Outono) – 20 de março
Samhain – 30 de abril ou 01 de maio
Yule (Solstício de Inverno) – 21 de junho
Imbolc – 01 de agosto
Ostara (Equinócio da primavera) – 22 de setembro
Beltane – 31 de outubro
Litha (Solstício de Verão) – 21 de dezembro

Esbbaths 2013 (Datas do primeiro dia do ciclo da lua cheia) – Como eu havia dito anteriormente no post sobre a Lua Azul, só haverá outra em 2015, logo 2013 e 2014 serão anos sem a magia da lua azul.

Lua de Janeiro - Dia 27
Lua de Fevereiro - Dia 25
Lua de Março - Dia 27
Lua de Abril - Dia 25
Lua de Maio - Dia 25
Lua de Junho - Dia 23
Lua de Julho - Dia 22
Lua de Agosto - Dia 21
Lua de Setembro - Dia 19
Lua de Outubro - Dia 18
Lua de Novembro - Dia 17
Lua de Dezembro - Dia 17


Escrito por Luna Ceallachem, do blog: Grimório da Luna.

Wicca - Deidades...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012



O deus e sua representação: como caçador-coletor representado por um ser humano com chifres de alce.
A deusa e suas três faces: a virgem ou donzela, a mãe e a anciã.

“Para a Wicca, existe um princípio criador, que não tem nome e está além de todas as definições. Desse princípio, surgiram as duas grandes polaridades, que deram origem ao universo e a todas as formas de vida."

O deus
Um dos princípios da bruxaria é a harmonia tanto consigo quanto com o universo. Trabalham com energias masculinas e femininas mesmo sendo uma religião matrifocal, a deusa e seu consorte vivem em total equilíbrio e igualdade, muitas das estatuetas e pinturas rupestres da antiguidade mostravam a deusa rodeada por animais completamente masculinos, como leões e veados, outras estatuetas tinham espécies de corpos mórficos, uma mistura do masculino e do feminino em um só ser.

Na maioria dos mitos o deus nasce da deusa depois se torna seu consorte (marido), trazendo à tona a fertilidade, vive em harmonia com ela depois morre seguindo o ciclo da vida, morte e renascimento. Não somente como o sol o deus esta representado em muitas faces na natureza, principalmente na sua face indomável, que exemplifica a fase do homem como caçador-coletor representado por um ser com aspecto humano, porém com chifres, chifres esses de alce, mostrando ainda um animal selvagem.

Conforme o homem foi "domesticando" a terra e os animais, esse deus passou a ser apresentado por corpo humano, mas com chifres de bode, um animal dócil e domesticável. Mesmo tendo chifres de bode ainda mantinha em seu ser a força do deus selvagem dos chifres de alce, como atesta a natureza do deus pã.

Como a deusa, o deus também tem muitas faces e muitos nomes, cernunos (kernunos) descreve bem a face deste deus selvagem em que acreditavam os celtas, Dionísio também tem chifres e representa a virilidade, em algumas ocasiões seus chifres são de bode outras de touro, essa imagem de touro como as representações em que Dionísio aparece com serpentes têm ligações com os ritos lunares da antiga Europa. Sabemos que em algumas tradições Dionísio era consorte de Ártemis, confirmando a sua natureza silvestre. Ao chegar à Itália o culto a Dionísio foi adaptado à vida da nova terra. Quando esse deus foi atribuído aos vinhedos teve o nome modificado para baco muitas vezes o deus cornifico na Itália também recebia um coroa de folhas de uva, e atrás surgiam seus chifres.

Outra face do deus é a do senhor da colheita - green man, aqui encontramos mais uma vez a figura de Dionísio, sendo o único deus não indo-europeu da antiga Europa, aqui ele aparece como o senhor da colheita, tendo uma imagem mais madura, como as sementes depois que o sol brilhante e fervoroso as fez germinar, instiga o verdejar da terra  após o frio inverno.

As estrelas são pequenos sóis distantes, também associadas ao deus, como os desertos escaldantes, e as altas montanhas.

Os símbolos normalmente utilizados para representar ou cultuar o deus incluem a espada, chifres, a lança, a vela  , a flecha, bastão mágico, o tridente, o punhal, faca ou athame  , as cores são o dourado, marrom, azul, verde e amarelo. Os principais Sabbahts ligados ao deus é o Yule, que marca o nascimento da criança da promessa, em Ostara o deus se torna um jovem que esta alcançando sua maturidade. A deusa e o deus são iguais e unidos.

A deusa

A grande mãe representa a energia universal geradora, o útero de toda criação. É associada aos mistérios da lua, da intuição, da noite, da escuridão e da receptividade. É o inconsciente, o lado escuro da mente que deve ser desvendado. A lua nos mostra sempre uma face nova a cada sete dias, mas nunca morre, representando os mistérios da vida eterna.

Na Wicca, a deusa se mostra com três faces: a virgem ou donzela, a mãe e a velha sábia, sendo que esta última ficou mais relacionada à bruxa  na imaginação popular. A deusa tríplice mostra os mistérios mais profundos da energia feminina, o poder da menstruação na mulher, e é também a contraparte feminina presente em todos os homens, tão reprimida pela cultura patriarcal!

A deusa é a mãe universal. É fonte da fertilidade, da infinita sabedoria e dos cuidados amorosos. Segundo a Wicca, ela possui três aspectos: a donzela, a mãe e a anciã, que simbolizam as luas crescente, cheia e minguante. Ela é a um só tempo o campo não arado, a plena colheita e a terra  dormente, coberta de neve. Ela dá à luz em abundância. Mas, uma vez que a vida é um presente seu, ela a empresta com a promessa da morte.

Esta não representa as trevas e o esquecimento, mas sim um repouso pela fadiga da existência física. É uma existência humana entre duas encarnações. Uma vez que a deusa é a natureza, toda a natureza, ela é tanto a tentadora como a velha; o tornado e a chuva fresca de primavera; o berço e o túmulo. Porém, apesar de ela ser feita de ambas as naturezas, a Wicca  a reverencia como a doadora da fertilidade, do amor  e da abundância, se bem que seu lado obscuro também é reconhecido.

Nós a vemos na lua, no silencioso e fluente oceano e no primeiro verdejar da primavera. Ela é a incorporação da fertilidade e do amor. A deusa é conhecida como a rainha do paraíso, mãe dos deuses  que criaram os deuses, a fonte divina, a matriz universal, a grande mãe e incontáveis outros títulos.

Muitos símbolos são utilizados na Wicca  para honrá-la, como o caldeirão, a taça  , o machado, flores de cinco pétalas, o espelho  , colares, conchas do mar, pérolas, prata, esmeralda... Para citar uns poucos. Por governar a terra, o mar e a lua, muitas e variadas são suas criaturas. Algumas incluíram o coelho, o urso, a coruja, o gato, o cão, o morcego, o ganso, a vaca, o golfinho, o leão, o cavalo, a corruíra, o escorpião, a aranha e a abelha. Todos são sagrados a deusa! A deusa já foi representada como uma caçadora correndo com seus cães de caça; uma deidade celestial caminhando pelos céus; a eterna mãe com o peso da criança; a tecelã de nossas vidas e mortes; uma anciã caminhando sob o luar buscando os fracos e esquecidos, assim como muitos outros seres. Mas independente de como a vemos, ela é onipresente, imutável, eterna e assim como o deus vive dentro e fora de nós.

Panteões - A Grécia e Seus Mitos...


A história dos deuses gregos começa com o surgimento espontâneo de Gaia (a mãe terra) a partir do caos. Gaia então teve um filho: Urano (o céu). Da união entre Gaia e Urano nasceram três ciclopes (gigantes com um só olho no meio da testa), três hecatonquiros (gigantes de 100 braços e 50 cabeças) e 12 titãs. Como não suportava a feiura dos ciclopes e dos hecatonquiros, Urano os escondeu no submundo, o tártaro. Gaia se recusou a ter novos filhos e cansada dos maus tratos de Urano, pediu que os titãs o derrotassem. O único que enfrentou Urano foi o caçula dos titãs Cronos, que com uma foice dada por Gaia cortou os testículos do pai e os jogou no mar. Assim, Cronos derrotou Urano e assumiu seu lugar como deus soberano do mundo. Os titãs então passaram a reinar absolutos na terra, Cronos casou-se com sua irmã Réia e deu origem a linhagem que depois ocuparia o monte Olimpo. Gaia profetizou a Cronos que assim como seu pai, ele também seria derrotado pelo seu próprio filho. Receioso de que a profecia se tornasse verdade, Cronos refugiou-se em sua pequena cidade no monte Othrys e devorou um por um, todos os filhos que Reia tinha, tão logo eles nasciam. Reia, claro que não gostava disso e arquitetou um plano: quando seu filho mais novo nasceu, Zeus, ela o envio para a ilha de Creta para protegê-lo de Cronos e deu em seu lugar uma pedra envolvida com roupas de bebê para Cronos devorar. Zeus cresceu na ilha de Creta e quando já era adulto foi instruído por Metis (a prudência) como tirar os irmãos devorados de dentro do pai com um néctar mágico. Zeus levou o néctar até o monte Othrys, e disfarçado, entregou uma taça de néctar para Cronos, que depois de alguns goles vomitou todos os filhos já transformados em adultos. De sua boca saíram Poseidon, Hera, Hades, Héstia e Deméter, que juntaram-se numa batalha conhecida hoje como guerra cósmica ou tianomaquia. Como os deuses não eram poderosos o suficiente para enfrentar os titãs, Zeus libertou os ciclopes do submundo para que estes lhes fabricassem armas mágicas. Zeus ganhou os raios do céu, Hades um capacete que o deixava invisível e Poseidon um tridente que o permitia controlar tempestades e terremotos. Com a vitória dos deuses, todos os titãs foram punidos e exilados no tártaro, inclusive Cronos, porém Atlas um dos lideres dos titãs foi sentenciado a carregar para o resto da eternidade o globo celestial nas costas. Os deuses enfrentaram muitas outras batalhas por sua soberania como a guerra contra os gigantes conhecida como Gigantopia. Mas o fato é que eles permaneceram soberanos e hoje formam o panteão mais conhecido do mundo.



  • Afrodite é a deusa do amor, da beleza e da sexualidade. Existem duas versões sobre sua origem. A primeira diz que Afrodite surgiu de uma espuma branca do mar gerada pelos testículos de Urano que lá foram jogados por Cronos. E a segunda que ela é filha de Zeus. Seus símbolos incluem a murta, o golfinho, o pombo, o cisne, a rosa, a romã e a limeira. Entre seus protegidos contam-se os marinheiros e artesãos. Ela vista como o aspecto jovial e amoroso da deusa que ajuda jovens a encontrarem a essência do amor.




  • Apolo filho de Zeus  e irmão gêmeo de Ártemis. Conhecido antigamente como deus da música e das artes foi depois associado ao deus sol. Patrono dos arqueiros, ele também protege aqueles de criatividade brilhante e fornece forças divinatórias como as que regiam o oraculo de delfos.



  • Ares era filho de Zeus e Hera. Embora muitas vezes tratado somente como o deus da guerra, ele também é o deus da persistência e do espirito de luta.



  • Ártemis era filha de Zeus e irmã gêmea de Apolo. Conhecida como a deusa das amazonas, ela era  ligada essencialmente a vida selvagem e a caça, associada hoje em dia pela wicca a luz da lua e a magia.



  • Atena nasceu da cabeça de Zeus e era tida como uma das deusas mais importantes do Olimpo e adorada em toda Grécia. Ela era a deusa da guerra, da civilização, da sabedoria, da estratégia, das artes, da justiça e da habilidade.



  • Deméter é irmã de Zeus, deusa da terra cultivada, das colheitas e das estações do ano. É propiciadora do trigo, planta símbolo da civilização. Na qualidade de deusa da agricultura, fez várias e longas viagens com Dionísio ensinando os homens a cuidarem da terra e das plantações.




  • Dioniso deus dos ciclos vitais, das festas, do vinho, da insânia, mas, sobretudo, da intoxicação que funde o bebedor com a deidade. Filho de Zeus e também conhecido como deus do teatro.




  • Hades, é o deus do Mundo Inferior e dos mortos. Seu nome era usado frequentemente para designar tanto ele quanto o reino que governa, nos subterrâneos da Terra.



Hefesto filho de Zeus e Hera, era o deus da tecnologia, dos ferreiros, artesãos, escultores, metais, metalurgia, fogo e dos vulcões. Servia como ferreiro dos deuses, e era cultuado nos centros manufatureiros e industriais da Grécia, especialmente em Atenas. Os símbolos de Hefesto são um martelo de ferreiro, uma bigorna e uma tenaz, embora por vezes tenha sido retratado empunhando um machado.



  • Hera é a deusa do casamento, irmã e esposa do sempre infiel Zeus, ela por conta disso, a fidelidade conjugal. Retratada como majestosa e solene, muitas vezes coroada com os polos (uma coroa alta cilíndrica usada por várias deusas), Hera pode ostentar na sua mão uma romã, símbolo da fertilidade, sangue e morte, e um substituto para as cápsulas da papoula de ópio. A vaca, e mais tarde, o pavão eram animais relacionados com ela, que também é tida como a protetora dos lares.



  • Hermes era filho de Zeus e de Maia e possuidor de vários atributos. Divindade muito antiga, já era cultuado na história pré-Grécia antiga possivelmente como um deus da fertilidade, dos rebanhos, da magia, da divinação, das estradas e viagens, entre outros atributos. Ao longo dos séculos tornou-se o mensageiro dos deuses e patrono da ginástica, dos ladrões, dos diplomatas, dos comerciantes, da astronomia, da eloquência e de algumas formas de iniciação, além de ser o guia das almas dos mortos para o reino de Hades, apenas para citar-se algumas de suas funções mais conhecidas. Era dotado de asas nos pés ou na cabeça para facilitar sua rápida locomoção para transmitir mensagens dos deuses.



  • Poseidon, assumiu o estatuto de deus supremo do mar. Também era conhecido como o deus dos terremotos e dos cavalos. Os símbolos associados a Poseidon com mais frequência eram o tridente e o golfinho.



  • Zeus, é o rei dos deuses, soberano do Monte Olimpo e deus do céu e do trovão. Seus símbolos são o relâmpago, a águia, o touro e o carvalho.


Panteões - O Egito e Seus Mitos...

terça-feira, 4 de dezembro de 2012



O panteão egípcio também apresentava uma história central e como na mitologia grega e nórdica também haviam certas desavenças familiares. Claro que existiam centenas de divindades adoradas no antigo Egito, algumas delas foram inclusive trocadas mesmo durante o período antigo, mas eu citarei apenas as divindades mais comuns e importantes do panteão.
Para os egípcios o mundo foi criado pelo deus Rá. Tudo no universo era um grande oceano e o deus Rá queria encontrar um lugar seco para dali começar a formar todas as coisas, ele encontrou uma pequena ilha e de lá criou todos os seres e coisas existentes  somente chamando seus nomes. Depois ele pediu ao seu olho, a deusa Hathor, que fosse procurar outros deuses. Harthor foi e ao regressar viu que Rá já havia posto um novo olho em seu lugar, ela então começou a chorar e de suas lágrimas surgiram os primeiros homens. Os deuses que Hathor havia encontrado eram Shu e Tefnut. Eles se casaram e tiveram dois filhos: Geb, a terra, e Nut o céu. Geb e nut se casaram e tiveram muitos filhos: as estrelas. Shu ficou irado com a quantidade de filhos e proibiu Nut de gerar mais filhos, mais a deusa ganhou em uma aposta cinco dias em que poderia dar a luz e nesse tempo nasceram as maiores divindades do Egito: Osiris, Seth, Neftis e Isis.


  • Rá (ou Ré, Atum-Ra, Amon-Rá), é o deus do Sol, identificado primordialmente com o sol do meio-dia. Acreditava-se que era soberano de todas as partes do mundo criado (o céu, a terra e o mundo inferior) É associado com o falcão ou o gavião.



  • Tefnut(ou também Tefnet) é a deusa que personificava a umidade e as nuvens. Tefnut simbolizava generosidade e também as dádivas e enquanto seu irmão e consorte Shu afasta a fome dos mortos, ela afasta a sede.



  • Shu é o deus do ar seco, do estado masculino, calor, luz e perfeição.



  • Geb é o deus egípcio da terra, e também é considerado deus da morte, pois acreditava-se que ele aprisionava espíritos maus, para que não pudessem ir para o céu. Estimulava o mundo material dos indivíduos e lhes assegurava enterro no solo após a morte. Umedecia o corpo humano na terra e o sela para a eternidade no túmulo. Suas cores eram o verde (vida) e o preto (lama fértil do Nilo). É o suporte físico do mundo material, sempre deitado sob a curva do corpo de Nut. É o responsável pela fertilidade e pelo sucesso nas colheitas. É sempre representado com um ganso sobre a cabeça, nas pinturas.



  • Nut representava o céu e era significativamente invocada como a mãe dos deuses.



  • Osíris (Ausar) era um deus associado à vegetação e a vida no Além. Marido de Ísis e pai de Hórus, era ele quem julgava os mortos na "Sala das Duas Verdades", onde se procedia à pesagem do coração ou psicostasia.



  • Ísis (em egípcio: Auset) Foi cultuada como modelo da mãe e da esposa ideais, protetora da natureza e da magia. Era a amiga dos escravos, pescadores, artesãos, oprimidos, assim como a que escutava as preces dos opulentos, das donzelas, aristocratas e governantes.Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade. Ísis também foi conhecida como a deusa da simplicidade, protetora dos mortos e deusa das crianças de quem "todos os começos" surgiram, e foi a Senhora dos eventos mágicos e da natureza. Em mitos posteriores, os antigos egípcios acreditaram que as cheias anuais do rio Nilo ocorriam por causa das suas lágrimas de tristeza pela morte de seu marido, Osíris. Esse evento, da morte de Osíris e seu renascimento, foi revivido anualmente em rituais (parecidos com o que fazemos nos sabbaths).



  • Seth (ou Set) é o deus da violência e da desordem, da traição, do ciúme, da inveja, do deserto, da guerra, dos animais e serpentes. Seth era encarnação do espírito do mal e irmão de Osíris, o deus que trouxe a civilização para o Egito. Seth era também o deus da tempestade no Alto Egito. Era marido e irmão de Néftis. É descrito que Seth teria rasgado o ventre de sua mãe Nut com as próprias garras para nascer. O deus vermelho fazia de tudo para conseguir o controle dos deuses e ficar no lugar de seu irmão Osíris. Ele originalmente auxiliava Rá em sua eterna luta contra a serpente Apófis(o proprio caos) no barco solar, e nesse sentido Seth era originalmente visto como um deus bom.



  • Néftis representava as terras áridas e secas do deserto e a morte. Ela ajudou Ísis a recolher os pedaços de Osíris quando Seth o destruiu.



  • Hórus (ou Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu) é o deus dos céus, muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte de Osíris, Hórus era filho de Osíris. Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o Sol e a Lua. Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito. Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas). Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth. O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da Lua, o outro é o olho do Sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus em recuperação.



  • Hator (ḥwt-ḥr"), era uma deusa que personificava os princípios do amor, beleza, música, maternidade e alegria. Era uma das divindades mais importantes e populares do Egito Antigo, venerada tanto pela realeza quanto pela população comum, em cujas sepulturas ela é descrita como a "Senhora do Ocidente", que recebe os mortos na próxima vida. Entre suas outras funções está a de deusa da dança, terras estrangeiras e fertilidade, responsável por auxiliar as mulheres durante o parto, bem como o de padroeira dos mineiros.



  • Thoth (Tot, Tôt, Toth, Zonga, Djehuty ou Zehuti), deus da sabedoria, um deus cordato sábio, assistente e secretário-arquivista dos deuses. É uma divindade lunar (o deus da Lua) que tem a seu cargo a sabedoria, a escrita, a aprendizagem, a magia, a medição do tempo, entre outros atributos. Era frequentemente representado como um escriba com cabeça de íbis (a ave que lhe estava consagrada). Também era representado por um babuíno. A importância desta divindade era notória, até porque o ciclo lunar era determinante em vários aspectos da atividade civil e religiosa da sociedade egípcia.




  • Maat (ou Maet) é a deusa da Justiça e do Equilíbrio. É representada por uma mulher jovem exibindo na cabeça uma pluma. É filha de Rá, o deus Sol e esposa de Tot (alguns escritores defendem que o deus-lua Tot era o irmão de Ma'at), o escriba dos deuses com cabeça de ibis. Com a pena da verdade ela pesava as almas de todos que chegassem ao Salão de Julgamento subterrâneo. Colocava a pluma na balança, e no prato oposto o coração do falecido. Se os pratos ficassem em equilíbrio, o morto podia festejar com as divindades e os espíritos dos mortos. Entretanto, se o coração fosse mais pesado, ele era devolvido para Ammit, (que é parte hipopótamo, parte leão, parte crocodilo) para ser devorado.



  • Anúbis ( Ἄνουβις, Anoubis, Inpu, Anup, Anpu e Ienpw ) deus com cabeça de chacal associado com a mumificação e a vida após a morte. Anúbis era o deus dos mortos mais importante. Depois de algum tempo a função de julgar foi de Anúbis para Osíris.



  • Anukel (ou Anukis) era uma deusa, inicialmente ligada à água, tendo se tornado mais tarde uma deusa associada à sexualidade. O seu nome significa "abraçar".



  • Bastet (Bast, Ubasti, Ba-en-Aset ou Ailuros) é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres grávidas. Também tinha o poder sobre os eclipses solares. Quando os gregos chegaram no Egito, eles associaram Bastet com Artemis e ela deixou de ser a deusa do sol para ser a deusa da lua.



  • Sokar ( Seker , Sokaris, Σωχαρης Soc'haris) era um deus funerário. O seu nome significa "o que está encerrado". Era representado como um falcão ou como um homem mumificado com cabeça de falcão com uma coroa atef (coroa branca do Alto Egito com duas plumas). Era o deus de Sakara, a necrópole da cidade de Mênfis, uma das várias capitais que o Antigo Egito teve. Já era adorado nesta região na época pré-dinástica, acreditando-se que nestes tempos teria associações com a fertilidade. Era também visto como o patrono dos artesãos, talvez por influência da sua identificação com Ptah. Acreditava-se que o deus fazia os ossos do soberano, bem como os perfumes utilizados nas cerimonias dedicadas aos deuses.



Os deuses estão citados por ordem cronológica na historia egípcia  mas ha outros vários panteões que existem. Espero que tenham gostado!

E agradeço ao poste da Selena, tirei os detalhes desse post em seu blog: Grimório da Luna.

Panteões - Os Deuses...


Os nomes dos Deuses variam de acordo com a cultura de um povoado ou nação. Para os egípcios, por exemplo, Ísis seria a personificação da Grande Mãe, da Senhora, da Deusa, enquanto que, para os celtas, ela seria Cerridwen. 

O mesmo acontece com os nomes dos deuses: Hermes é o deus mensageiro dos gregos, enquanto que Mercúrio responderia pela mesma "pasta" para os romanos. Ou Hélio seria o deus-sol dos gregos, enquanto que, para os celtas, esse seria chamado de Lugh.
A Bruxa (ou o bruxo) é muito particular na sua crença. Ela pode se achar mais conectada com o panteão e a tradição egípcia, por exemplo, e cultuar Ísis, Bastet, Hathor, Thoth, Osíris, etc, ou se identificar mais com a história greco-romana e achar mais intimo reverenciar os Deuses deste panteão. A afinidade e atração por um certo grupo de divindades é algo muito particular. Quem decide é você.
Panteão é o termo que damos ao conjunto de nomes das divindades de um povo, ou seja, quando desejamos citar os Deuses Gregos estamos falando sobre o Panteão Grego, e assim temos o panteão Egípcio, Nórdico, Celta, Romano, Hindu, e mais um monte.
Os panteões podem ser correlacionados, criando-se uma lista de referencia, por exemplo, como já foi citado Ísis corresponde a Cerridwen, que corresponde a Hera e por ai vai, sendo que é importante compreender que apesar dessas deusas possuírem atividades singulares, seus mitos, sua vivencia e personalidade são distintas, elas são Deusas distintas, unificadas apenas na questão de serem todas a Energia Feminina Criadora.
É muito importante que todo neófito (buscador) Wiccaniano estude e interaja com os diferentes panteões até encontrar aquele mais singular a sua personalidade e intimidade.

Wicca - Objetos Mágicos...


Estes são alguns instrumentos utilizados na Wicca. Mas lembre-se: o mais importante nos rituais e encantamentos são a sua intenção, a força do seu pensamento, sua imaginação e concentração para visualizar o seu objetivo. Não são os instrumentos que fazem de você um wiccano, e também não são eles que tem poder, mas sim você.


  1. O Bruxo: Nós somos a maior e melhor  ferramenta  criada pela Deusa e pelo Deus. Nossos corpos e mentes são capazes de fazer a melhor de todas as Magias sem a utilização de um único Instrumento Mágico.  São nossas intenções e energias  que conduzem qualquer  tipo de trabalho mágico. Existem inúmeros Bruxos que optam por não usar nenhum aparato ritualístico, utilizando sua própria energia como fonte de poder. 


  • Terra: Nosso próprio corpo.
  • Ar: Nosso sopro e nossa respiração. 
  • Fogo: A temperatura do nosso corpo.
  • Água: Nossa saliva e nosso sangue.


Um Bruxo deve treinar seu corpo e mente a fim de trabalhar positivamente um encantamento e a realização de um ritual. Nunca se esqueça de que você e a maior ferramenta  mágica entre todas e que é seu enfoque e concentração , intenções e desejos, que produzem a verdadeira  Magia.
É muito importante para um Bruxo vivenciar e sentir a força dos elementos dentro de si. Isso constitui uma regra básica para qualquer pratica mágica ser bem-sucedida.  Um Bruxo  deve aprender  a escutar  a voz que reside em seu interior e sentir o pulsar da Terra, as batidas do coração da Grande Mãe, a fim de que esteja em unidade com a natureza e com o Universo. Somente a partir disso a vida de um Bruxo realmente ira tornar-se mágica e, integrado com a Natureza e com o Cosmo, ele poderá  seguir rumo á  sua evolução



     2.  O Altar:  Sempre que possível, uma bruxa deve ter seu Altar, que deverá ser seu ponto de ligação com os Deuses. Não precisa ser nada complicado ou luxuoso. Tradicionalmente, ele deve ficar ao Norte. Uma vela preta é colocada a Oeste simbolizando a Deusa, e uma vela branca a Leste para o Deus. No Altar deve estar o Cálice e o Athame, o Pentagrama, a Varinha e outros objetos utilizados nos rituais. Também é comum se colocarem símbolos para os Quatro Elementos, como uma pena para o Ar, uma planta para a Terra, uma vela vermelha ou enxofre para o Fogo, e, logicamente, água para esse mesmo elemento. 

Muitas pessoas colocam um símbolo para a Deusa e o Deus, como uma concha e um chifre, ou mesmo estátuas e gravuras dos Deuses. Deve ser criativo, pois o Altar é o um espaço pessoal, onde deve ser colocado amor. Se, por algum motivo, não for possível montar um Altar, pode ser um espaço na sua imaginação, pois o verdadeiro Templo está dentro de você, ou vá para a Natureza e faça dela o mais lindo de todos os santuários.


     3. O Pentáculo:  O Pentáculo é normalmente um disco, um prato de metal ou madeira com a figura de Pentagrama dentro de um círculo. Ele é usado para consagrar várias outras ferramentas. É também utilizado como um ponto focal de concentração. É associado ao elemento Terra e seu ponto cardeal. Alguns Bruxos usam um Pentáculo para invocar qualquer elemento da Natureza. Você poderia fazer seu próprio Pentáculo com argila ou com uma pedra, pintando o símbolo do Pentagrama sobre o material escolhido. 

Ele é utilizado para consagrar ervas e para carregar magicamente um talismã ou qualquer instrumento que precise de uma dose de energia extra, e é utilizado também para proteção. Representa a ligação do Bruxo com os Deuses.


    4. O Livro das Sombras: O livro das sombras (também conhecido como Livro Negro ou Grimório) é o diário secreto no qual o bruxo registra seus encantamentos, invocações, rituais, sonhos, receitas de várias poções pessoais e outros assuntos. Um livro desse tipo pode ser mantido por um indivíduo em separado ou por todo um coven. 

Quando ocorre a morte do bruxo, o livro das sombras pode ser passado para seus filhos ou netos, mantido pela Alta Sacerdotisa e pelo Alto Sacerdote do coven (se o bruxo for membro de um deles no momento de sua morte) ou queimado para proteger os segredos da arte. Qualquer que seja a decisão tomada, ela naturalmente depende dos costumes daquela determinada tradição wiccana ou da vontade pessoal do bruxo.

   

     5. O Athame: O punhal é uma faca ritualística com cabo preto e lâmina de fio duplo, tradicionalmente gravada ou cunhada com vários símbolos mágicos e astrológicos. Representa o antigo e místico elemento ar, símbolo da força da vida, e é usado pelos bruxos para traçar círculos, exorcizar o mal e as forças negativas, controlar e banir os espíritos elementais, guardar e direcionar a energia durante os rituais. 

Utiliza-se o punhal com cabo branco (bolline) somente para cortar varetas, colher ervas para magia ou para cura, esculpir a tradicional lanterna de Samhain e gravar runas e outros símbolos mágicos em velas e talismãs.



    6. O Boline: O Bolline é uma faca com o cabo branco. Ele é utilizado na colheita de ervas, na construção de talismãs e amuletos mágicos. Existem alguns modelos de Bolline na forma de uma pequena foice, totalmente de prata, em alusão ao antigo Instrumento dos Druidas para a colheita de ervas que possuía esta forma. Ele é um Instrumento opcional, visto que muitos Bruxos usam o átame para desempenhar a função de colher as ervas e construir talismãs.



   7. A Varinha Mágia: A vareta (também conhecida como Bastão de Fogo) é um bastão fino de madeira, feito de um galho de árvore. Representa o antigo e místico elemento fogo, é símbolo de força, de vontade, e de poder mágico do bruxo que o possui. A vareta de acordo com vários compêndios de magia, deve ter aproximadamente 50 cm de comprimento. é usada para invocar as salamandras (elementais do fogo) em determinados tipos de rituais, traçar círculos, desenhar símbolos mágicos, direcionar a energia e mexer bebidas no caldeirão.

 Varetas de freixo são usadas em ritos de cura, as de sabugueiro para consagração e banimentos, as de acácia e aveleira para todos os tipos de magia "branca". As de carvalho servem para magia druídica e solar. Em magias lunares para invocar à Deusa, magia de desejo e ritos de cura usamos varetas de salgueiro e sorveira.


    8. O Caldeirão: O caldeirão é um pequeno pote escuro de ferro fundido que combina simbolicamente as influências dos quatro antigos e místicos elementos e que representa o ventre divino da Deusa Mãe, sendo utilizado pelos bruxos para vários propósitos como ferver poções, queimar incenso e guardar carvão, flores, ervas ou outros elementos mágicos. 

O caldeirão pode ser usado também como instrumento para divinação - muitos bruxos enchem seu caldeirão com água na noite de Samhain e os utilizam como espelho mágico para olhar o futuro ou o passado.


    
    9.  Cálice: O cálice (também conhecido como taça ou vaso sagrado) representa o elemento água e é usado no altar durante os rituais.


    10. Espelho Mágico: Esta é uma antiga prática irlandesa muito utilizada pelos camponeses. Pegue um espelho e unte-o com uma mistura de sal e limão. Aguarde uma noite de Lua Crescente e "aprisione-a" no espelho (refletindo nele sua imagem). Seu espelho estará magnetizado, sempre que quiser peça para que a Luz, que agora mora dentro dele, ilumine seus caminhos.



    11. A Espada: A espada cerimonial representa o elemento fogo e é o símbolo da força do bruxo. Em certas tradições wiccanas, a espada cerimonial é usada no lugar do punhal de cabo preto pela Alta Sacerdotisa do coven, para traçar ou apagar um círculo. A espada, como o punhal, pode também ser usada para controlar e banir espíritos elementais e para guardar e direcionar a energia durante os rituais.


    12.  A Vassoura: A vassoura é símbolo do magistério feminino e das forças purificadoras da natureza. Até hoje é costume "limpar" as energias negativas de uma casa varrendo-as para fora com uma vassoura desenhada com símbolos mágicos (pentagrama, círculo, taça, espada).


Lembrem-se que os objetos na Wicca não são muito importantes (Não estou desvalorizando-os eu sei que precisamos deles) O que eu quero dizer é que a fonte do poder é Você mesmo, os instrumentos são apenas uma maneira de conduzir o poder! Blessed Be!









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